Barreiras invisíveis travam o crescimento do desporto equestre
Apesar do seu potencial e do interesse global que continua a gerar, o desporto equestre enfrenta dificuldades em crescer e renovar públicos. Um dos principais obstáculos não é externo, mas interno: estruturas rígidas, processos pouco transparentes e uma cultura de acesso restrito que reforça perceções de elitismo.
A manutenção de modelos fechados dificulta a entrada de novos praticantes, limita a diversidade social e afasta potenciais investidores e patrocinadores. A burocracia excessiva e a resistência à mudança contribuem para que o setor se mantenha pouco acessível, tanto a nível competitivo como organizacional.
Num contexto em que outros desportos apostam em inovação, comunicação e inclusão, o universo equestre corre o risco de se autoexcluir se não questionar práticas enraizadas. A superação destas “barreiras invisíveis” exige reflexão estratégica, abertura a novos modelos e uma abordagem mais transparente, capaz de aproximar o público e garantir a sustentabilidade futura do desporto.